sábado, 6 de julho de 2013

Google vence Xuxa



De acordo com a decisão do STJ, o Google não deve suprimir os resultados, pois não é o responsável pela publicação dos conteúdos, mas apenas uma ferramenta de pesquisa.



Na ação, protocolada em outubro de 2010, Xuxa pedia que o Google não indicasse nenhum link a partir de buscas combinando seu nome mais as palavras “pornografia” e “pedofilia”.

Essa pesquisa tem como resultado links para o filme "Amor Estranho Amor", filmado em 1979. Nele, a então modelo aparece em cenas eróticas com um garoto de 12 anos. A apresentadora ainda pode recorrer da decisão.

Recentemente, a atriz Carolina Dieckmann também pediu que o Google retirasse do ar links para as fotos roubadas onde ela aparecia nua.

Na ocasião, o Google declarou que não interfere em seus resultados. “O mecanismo de busca do Google é um indexador, ou seja, uma ferramenta que procura conteúdos disponíveis na internet”, afirmou a empresa.

Facebook mostra vídeo de mulher sendo decapitada e não o retira do ar



COM INFORMAÇÕES DO G1: Um vídeo de uma mulher sendo decapitada no Facebook tem causado polêmica na rede social. Embora a imagem publicada por um usuário seja explícita, o site afirma que não pode retirar o conteúdo do ar porque ele "não viola os padrões de comunidade do Facebook".
 De acordo com o Facebook, as pessoas que comentam e compartilham o vídeo estão fazendo isso "para condená-lo" e que, por isso, não pode removê-lo. "Da mesma forma como programas jornalísticos na televisão usam imagens inquietantes mostrando atrocidades, as pessoas podem compartilhar vídeos inquietantes no Facebook com o objetivo de aumentar o conhecimento sobre ações ou causas", diz a empresa.
"Embora o vídeo seja chocante, nossa postura está fundamentada na preservação dos direitos das pessoas de descrever, representar e comentar sobre o mundo em que vivem".
O vídeo publicado por um usuário da rede social, aparentemente mexicano, mostra uma mulher sendo decapitada por supostos integrantes de uma gangue mexicana. Até a publicação da reportagem, o conteúdo foi compartilhado por mais de 5,6 mil usuários do Facebook, teve quase 3,9 mil comentários e mais de 1,4 mil "Curtir".

O que pode e o que não pode

Segundo os termos de direito e responsabilidades do Facebook, a rede social está autorizada a remover qualquer conteúdo que infrinja os direitos autorais de alguém. Os usuários estão proibidos ainda de publicar conteúdo que "contenha discurso de ódio, seja ameaçador ou pornográfico; incite violência; ou contenha nudez ou violência gráfica ou desnecessária".
 É vedado também aos usuários publicarem conteúdo que "infrinja ou viole os direitos alheios ou a lei", informações financeiras confidenciais de ninguém no Facebook e que contenham quaisquer atos ilegais, equivocados, maliciosos ou discriminatórios.

Leitora chocada

 O G1 foi alertado sobre a existência do vídeo pela estudante Jéssica Souza, por meio da ferramenta de jornalismo colaborativo VC no G1.
 A leitora conta que soube do vídeo por uma amiga. “Ela recebeu porque um amigo comentou, e apareceu na Timeline dela. Pelo comentário que ele fez, xingando, ela foi ver por curiosidade. [Depois de assistir], ela me mandou mensagem dizendo que estava se sentindo mal”, relata. “Ela ficou bem chocada, assustada porque nunca tinha visto algo assim real”, relata.
Jéssica conta que, inicialmente, pensou que o vídeo fosse uma montagem. “Assisti até o final. Achei que não parece ser falso, mas ainda assim não acredito que alguém seja capaz de filmar isso e colocar numa rede social”, aponta. Leia a seguir a íntegra da nota eviada pelo Facebook: "As pessoas estão compartilhando este vídeo para condená-lo. Da mesma forma como programas jornalísticos na televisão usam imagens inquietantes mostrando atrocidades, as pessoas podem compartilhar vídeos inquietantes no Facebook com o objetivo de aumentar o conhecimento sobre ações ou causas. Embora o vídeo seja chocante, nossa postura está fundamentada na preservação dos direitos das pessoas de descrever, representar e comentar sobre o mundo em que vivem".

Chimbinha terá de pagar R$ 144 mil à filha fora do casamento.

O guitarrista da banda Calypso, Chimbinha, terá de desembolsar a bagatela de R$ 144.828,21 para a mãe de sua filha Rebeca Móia, Claudia Juliana Móia. Para quem não sabe, a garota que já tem 14 anos, foi ‘feita’ fora do casamento do músico com Joelma. O bafafá veio à tona através do colunista Leo Dias, do jornal O Dia, que teve acesso ao processo que está na 5ª Vara de Família de Belém do Pará.
A garota só foi registrada em 2006 após uma longa briga judicial, baseada em um exame de DNA. Na época, Chimbinha (casado há 16 anos com Joelma) relutou em assinar o documento e pediu outro exame, que foi negado pela Justiça. A decisão sobre a execução de alimentos aconteceu em 14 de novembro de 2012 e só agora se torna pública. Foram seis anos de luta para o pagamento do valor estipulado. A conta-corrente de Chimbinha no banco chegou a ser bloqueada, para garantir o pagamento da pensão. Desde que Rebeca nasceu, Chimbinha nunca se preocupou com a menina. E a Justiça não pode obrigar os dois a manter laços familiares. O cantor sempre rejeitou a filha, mesmo após a confirmação da paternidade pelo teste de DNA. O colunista chegou a entrar em contato com a assessoria de imprensa da banda, mas foi informado que o guitarrista desconhece o processo. Para quem duvida, Leo Dias publicou um print do processo.

Assustador, homossexual estuprou e estrangulou menino de 9 anos.



O menino João Victor dos Santos, de nove anos foi encontrada morto com sinais de violência, na praia do Coqueiro em Luís Correia no Piauí. A polícia descobriu que a criança havia saído de casa na noite para dormir na casa de um empresário, no Coqueiro da Praia, a convite do caseiro do imóvel, Dárcio Rodrigues dos Santos, de 23 anos. Dárcio, ao ser interrogado, disse que ingeriu muita bebida alcoólica à noite e não lembra de nada. Ele negou que havia matado a criança. O corpo de João Victor foi encontrado com ferimento profundo no ombro direito e ferimentos leves no rosto e nas costas.



A Polícia Militar do município de Parnaíba (PI) confirmou que o menino João Victor dos Santos, de nove anos, encontrado morto na praia do Coqueiro em Luís Correia, foi assassinado e jogado no mar pelo caseiro Dárcio Rodrigues dos Santos, de 23 anos. Roupas da criança foram encontradas no quarto do acusado. As investigações apontam que a criança foi espancada ainda na garagem da residência, onde Dárcio ingeria bebida alcoólica.

Segundo a polícia, Dárcio Rodrigues é homossexual e passou a em companhia de João Victor. Ele espancou o menino dentro da casa. Após a agressão, o caseiro arrastou o menino da casa até a praia, pois achava que João estava morto. O acusado estrangulou a criança dentro do mar, mas as águas devolveram o corpo para a areia da praia. O corpo da criança foi encontrado com marcas de violência, incluindo feridas no ombro, que teriam sido ocasionadas por mordidas de peixe. Agora, a polícia investiga a tia de João Vitor, que é suspeita de ter aliciado o menor para que o mesmo mantivesse relações sexuais com Dárcio Rodrigues.

FONTE: PORTAL A DESGRAÇA.

Motociclista "voa" após colidir com carro; veja acidente.


Visita do papa custa 118 milhões - me desculpe mas eu não concordo.

Visita do papa custa 118 milhões - me desculpe mas eu não concordo.


E o dinheiro vai vim dos cofres públicos, do seu bolso, enquanto temos tantas carências, eles estão extraviando dinheiro, e o Nordeste passando fome, e sofrendo com seca, 118 milhões podia ajudar muito os pobres nordestinos.

Globo corta manifestante que iria expor máfia dos transportes. Assista



Em entrevista a uma repórter da Rede Globo de Televisão, Isa Maria, uma cobradora de ônibus do Recife foi cortada ao começar a expôr suas posições sobre o que veio a ser denominado "máfia dos transportes".

A atitude gerou aversão e polêmica nas redes sociais pelo fato de os cidadãos em greve terem sido impedidos de justificar, de modo pleno ou razoavelmente suficiente, as razões para os atos.

O canal "Vandalismo de mídia" relatou, ao publicar o vídeo: